terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Embriaguez Poética


Um ruido vasto e uniforme, ruido de amor e de mar misturados, os dois se chocando entre sí, espumosos e selvagens.

Tristeza equilibrada e profunda... Certas conversas me esgotam, será que não se pode ir mais longe sem arranhar a pele, sem esfolar? em prol do desejo de ferir, de quebrar, de espezinhar, uma vontade fixa e assassina.

(contágio MICROBIANO) germes depositados nos corações inocentes.

Aos nos esforçarmos para viver, morreremos, aos nos esforçarmos para conhecer a vida, conhecemos a morte...Nessa vida não é apenas uma MENTIRA, ela é um mal.

Não querer sofrer significa que não se ama? Que posso fazer se ninguem  compreende isso?

Talvez nossa imaginação nos faz sofrer o BRANCO da vida tornou-se PRETO o que era  MAIS tornou-se MENOS e o que era INOCENTE tornou-se CULPADO.

Chegaaaaaaaaaaaaaaa saturada de manisfestações sentimentais.

2 comentários:

Anônimo disse...

BeLLL, vc escreve de uma maneira tão singular, rs... adoro MUITO!!

KB

Anônimo disse...

Morrer não é tão ruim, assim... Desde que seja pra nascer de novo, na própria vida... Morrer de pessoas falsas, de olhos que julgam, de mãos que apontam... Corações doentes os dos seres... Humanos? Talvez! Animais? Certamente! Amar de um jeito único, como ninguém nunca foi criado pra amar, Rs... Não sou domesticada, pra me dizerem o que fazer ou como fazer... Livre de pudores... O que dizem ser pecado, eu chamo de experiência!!!