quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010




E de chorar, já sou pranto;

de relembrar, esquecido,
nas mãos, palmas calejadas
cavando desejos, proibidos.
E de pensar, já sou louca,
Não há encontro pra mim,
não tenho nome em tua lista,
não iniciei sou sem fim.


Com tantos erros passados,
ganhei má fama sozinha,
com tantos passos errados
não encontrei meu caminho.
Tentei abrir as mãos e não vi nada,
nem mesmo aquele beijo do homem falado,
nem aquele antigo antigo abraço que ganhei,
eu lutei... perdi! Porque contigo errei.


E de pecados, sou sem forças,
de relutar, sou sem forças,
de persistir, sou sem vista,
de agredir, comunista!


Não tenho eira nem beira,
não tenho amor para amar,
não posso amar quem não aceita
lutar e ver fracassar.


E vou seguindo sem luzes,
ninguém vê´a minha partida,
não quero deixar saudades,
nem prantos na despedida,
e se me quer na lembrança,
guarde meu nome contigo
meu nome é nome, só nome
é simples, ma decisivo.
Na flor das noites de sangue
eu parto sem chorar dor,
eu parto, mas deixo contigo
o que fui aqui,


...deixo amor.

Um comentário:

Maria Isabel disse...

Sua palavraa de hojee ééé.....



FORÇA!!!


TEADORO (L

Bebeel